Sete(Número da Sorte?) Setembro...

Ela via o mundo, Ele via o mundo
Viam sob a mesma luz
Isso é tudo e era tudo que havia entre os dois em comum
Se conheceram no Inverno de 2004
No vento um prelúdio do que viria depois

Do frio
Desculpa se fez pra
ele estender seu casaco nos ombros dela
O inverno então se desfez
Quando ela em troca lhe deu com o olhar um abraço

Ele era um aspirante a poeta
Ela era a inspiração
E pra ele qualquer coisa nela despertava uma canção
Ela que sempre buscava em tudo um porque
Com ele bastava estar, sentir e viver

O tempo
Voava pros dois
E nem todo tempo do mundo seria o bastante
Os dias vividos a dois, provavam que a eternidade é só um instant
e

Ela já quis ser de tudo e até sonhou em ser piloto de avião
Finalmente alcançou o céu no instante em que ele lhe pediu a mão

Três letras ela respondeu
Na mais linda música se transformou sua voz
Enfim não haveria mais qualquer fragmento de vida, vivido a só...

Um comentário:

Jeferson Cardoso disse...

Olá Suelen!
É uma linda estória!
Colha um bom dia!
Convido para que leia e comente meu “A Onírica Competição de Armelau” no http://jefhcardoso.blogspot.com/ Espero que curta. Valeu!

“Que a escrita me sirva como arma contra o silêncio em vida, pois terei a morte inteira para silenciar um dia” (Jefhcardoso)

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